Como é distribuída a energia elétrica em baixa tensão?

Para a maioria dos consumidores, a convivência diária com a energia elétrica acontece na baixa tensão, como, por exemplo: prédios residenciais, estabelecimentos comerciais e industriais, setores agropecuários e hortigranjeiros, canteiros de obras, trailers, campings, marinas e instalações temporárias, como circos e exposições, entre outras.
As instalações elétricas em baixa tensão podem ser alimentadas de várias maneiras:
– diretamente, por uma rede pública de baixa tensão, por meio de um ramal de ligação, como ocorre em prédios residenciais, comerciais ou industriais de pequeno porte;
– a partir de uma rede pública de alta tensão, por meio de uma subestação ou de transformador exclusivo, de propriedade da concessionária, como tipicamente acontece em prédios residenciais e/ou comerciais de grande porte;
– a partir de uma rede pública de alta tensão, por meio de uma subestação ou de transformador de propriedade do consumidor, como ocorre em prédios industriais e propriedades com atividades agroindustriais;
– por fonte autônoma, como é o caso de instalações situadas fora das áreas servidas por concessionárias.

De modo geral, o fornecimento de energia elétrica para os consumidores residenciais, comerciais e industriais, urbanos ou rurais, com carga instalada até 75 kW, ocorre através da conexão às redes aéreas de distribuição secundárias, obedecidas as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e as legislações vigentes aplicáveis.
No Brasil, o mercado de distribuição de energia elétrica é atendido por 64 concessionárias, estatais ou privadas, de serviços públicos que abrangem todo o País. As concessionárias estatais estão sob controle dos governos federal, estaduais e municipais.

Esse texto foi extraído do capítulo 9 do livro Circuitos de Corrente Alternada, lançamento da Oficina de Textos. Para conhecer mais sobre o livro, clique aqui.

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