Inteligência Artificial para leigos

Segundo o portal HypeScience, o termo “Inteligência Artificial” foi criado em 1956,  durante um encontro dos cientistas Allen Newell, Herbert Simon, Marvin Minsky, Oliver Selfridge e John McCarthy.

O principal conceito de inteligência artificial, hoje inteligência distribuída, está nas pesquisas de ciência da computação que buscam métodos ou dispositivos computacionais para multiplicar a capacidade racional do ser humano. Estes estudos visam impulsionar computadores a realizarem tarefas similares às que os humanos fazem.

Você sabe quais os principais campos de estudo deste tipo de inteligência?

– Linguagem natural: aborda o conjunto de técnicas que objetivam o reconhecimento e a geração de linguagens escritas ou faladas. São aplicadas em dispositivos para tradução, controle por voz e outros.

– Automação e robótica: estudo mais conhecido, composto pelo conjunto de recursos tecnológicos utilizado para criar robôs autônomos.

– Sistemas perceptivos: possui o intuito de criar sistemas de reconhecimento visual, sonoro ou de texturas para potencializar a percepção sensorial dos seres humanos. São aplicados nos campos de diagnóstico médico e qualidade industrial (testes de produtos, entre outros).

– Sistemas especialistas: capturam o conhecimento humano em domínios delimitados, como cálculos, diagnósticos médicos, identificação de compostos químicos, etc. Podem ser personalizados para apoiarem decisões em diferentes setores com raciocínios baseados em casos anteriores.

– Algoritmos genéticos: proporcionam o desenvolvimento de técnicas para solucionar problemas de princípios evolutivos, como mutação, reprodução e seleção natural. Permitem um cálculo com grande número de variáveis e podem ser aplicados inclusive para a construção de aviões e automóveis.

– Agentes inteligentes: caracterizam o conjunto de softwares autônomos que atuam em redes ou em paralelo a um software principal. São criados com o objetivo de realizar  tarefas previsíveis, específicas e repetitivas. Normalmente, esta tecnologia é aplicada em e-mails e buscadores da internet.

– Redes neuronais: simulações dos padrões de processamento do cérebro humano, como aprendizagem. São desenvolvidos sem uma pré-programação especifica, permitindo que as redes “aprendam” com um determinado ambiente de treinamento. Existem redes do tipo que permitem interagir com elas na internet, como o Cleverbot. Este robô virtual aprende com as conversas que tem com humanos.

Fonte: HypeScience

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