Livro apresenta plano de ação para redução de áreas afetadas

A experiência prática brasileira na mitigação dos efeitos das ilhas de calor ainda é inconsistente, apesar de haver substanciais pesquisas na área acadêmica, apontando para a importância da questão no panorama urbano brasileiro. Ilhas de Calor – como mitigar zonas de calor em áreas urbanas – vem para suprir essa lacuna existente no mercado editorial brasileiro, trazendo contribuições e informações de extrema relevância para intervenções efetivas.

Atualmente, 75% da população mundial que vive em áreas urbanas e suburbanas são diretamente afetadas. Entre os reflexos desse problema está a sensação de desconforto causada pela temperatura até 7ºC mais alta, que agrava questões de saúde favorecendo a ocorrência de asma, bronquite, desidratação e falta de apetite, com a conseqüente perda de energia e o aumento da fadiga, em decorrência do aumento da poluição do ar, falta de sombra e os custos elevados com o maior consumo de energia.  A propagação de mosquitos transmissores de doenças como dengue, é outro importante transtorno relacionado ao aquecimento urbano

De forma acessível, com exemplos práticos e conceitos teóricos claros, o livro apresenta soluções de simples realização de como reduzir os impactos das ilhas de calor. As comunidades podem pôr em prática as diversas formas de mitigar os efeitos das ilhas de calor e ter maior qualidade de vida.

Ferramenta fundamental para engenheiros, arquitetos, climatologistas, pesquisadores e estudantes da área.

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Comentários

  1. Parabéns à editora e aos autores. Ao assunto de altíssima relevância, para pesquisadores, planejadores e demais atores do ambiente urbano. A extensas áreas urbanas criam um ambiente altamente diferenciado. As alterações na absorção da radiação solar pelo uso de materiais construtivos anidros e a transformação destas radiações em calor, com re-emissão no infravermelho, potencializam os fenômenos meteorológicos e sua capacidade destrutiva.
    O assunto tem que ser trazido para o ensino básico e ciclos básicos do superior em todos os cursos, dentro do contexto das mudanças ambientais que alteram definitivamente o habitat humano.
    Paulo Soares

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