Plebiscito da divisão do Pará já tem pesquisa de voto

A menos de um mês do plebiscito que decide sobre a divisão do estado do Pará, a população local começa a ter acesso às campanhas das frentes contra e a favor da criação dos Estados de Carajás e Tapajós. Dentre as regras para veiculação são vetados comícios com shows e a colocação de cartazes em postes ou prédios públicos.

Uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na sexta-feira passada (11), ouviu 880 eleitores paraenses e 58% deles rejeitam a possível divisão. No total, 18% dos eleitores ainda não se decidiram sobre o assunto, porém, é bem possível que a disputa seja decidida perto do dia do plebiscito. Na ocasião os eleitores deverão responder se são favoráveis a criação do novo Estado de Tapajós e do novo Estado de Carajás, em duas perguntas distintas.

Na hipótese da maioria do eleitorado votar pela divisão em mais dois Estados, o Pará remanescente ficará com apenas 17% do atual território. Vale lembrar, porém, que a palavra final ainda é do Congresso Nacional.

Os paraenses contrários à divisão do Estado alegam que ficarão com apenas 13% dos rios e florestas e 15% das riquezas minerais, e por isso teriam poucos recursos para investimento, além de tornar mais difícil a geração de empregos. O marqueteiro paraense Orly Bezerra é quem coordena a campanha contra a divisão.

Os favoráveis, por sua vez, argumentam que a criação dos dois novos Estados traria recursos para resolver os problemas do Pará e têm sua propaganda feita pelo marqueteiro Duda Mendonça.

Com apenas 36% da população total do Estado, as regiões de Carajás e Tapajós não têm força para decidir o resultado sozinhas, razão pela qual as propagandas estão se concentrando nos eleitores de Belém e entorno.

Embora o plebiscito pareça mobilizar somente os paraenses, a criação de novos Estados implica também em mais senadores e deputados federais, e duas novas assembleias legislativas. Por outro lado, será que um Estado tão grande e desigual como o Pará tem condições de ser governado de outra forma?

O Pará tem hoje, como principais recursos econômicos, a extração de madeira e minérios – com destaque para ferro, bauxita, manganês, calcário, ouro e estanho -, além da agricultura, pecuária, indústria e turismo.

A Editora Oficina de Textos conversou com o geógrafo José Donizete Cazzolato, autor do livro “Novos Estados e a divisão territorial do Brasil – uma visão geográfica”, que diz que é importante também “analisar a divisão no contexto nacional. A federação brasileira reúne hoje estados com extensão ou população muito inferiores às de Tapajós e Carajás. Nesse aspecto, se Rondônia, com a mesma população de Carajás, é um estado, e ninguém discute sua legitimidade, por que não emancipar Carajás? Tapajós, por sua vez, tem população superior a Roraima, Amapá e Acre, em território bem maior e com potencial de recursos naturais ainda maiores. Também se pergunta então, por que não permitir o mesmo ‘direito territorial’ para aquela população? Por isso defendo maior atenção às questões territoriais. O país já atingiu um estágio de desenvolvimento e ocupação territorial que permite consensuarmos sobre nossas estruturas territoriais – que dimensão pretendemos para nossos estados e territórios? Que população mínima ou número de municípios? Qual é o padrão das nossas unidades federativas: Sergipe ou Bahia? Essas questões básicas não estão definidas em nossa legislação.”

Retomando a questão do plebiscito no Pará e dos argumentos destacados na campanha, o autor destaca que “sem dúvida, a questão dos custos de implantação de uma nova unidade da federação é um ponto importante. Por isso defendo a periodicidade para as alterações territoriais, o que permite incluir essas despesas no planejamento orçamentário. Por outro lado, há que se discutir – e há uma grande demanda da sociedade brasileira nesse sentido – o montante dos nossos gastos públicos. Certamente nossas estruturas governamentais – legislativas e executivas – acumulam despesas desnecessárias, do nível federal até o municipal. Não seria o caso de aproveitarmos o momento para rever esses custos?”

Cazzolato lembra também o recente episódio do deputado federal José Reguffe (PDT-DF), que recusou formalmente um montante de vencimentos que corresponde ao 14º e 15º salários, entre outras chamadas mordomias, e destaca: “atitudes como esta revelam que podemos sim reverter os desvios que se acumularam em torno da atividade política, especialmente no tocante aos custos da máquina governamental, não somente em termos de vencimentos, mas de vantagens, isenções, ajudas de custo, e, especialmente, de aposentadorias especiais.” E continua: “Nessa mesma linha, que tal revermos a remuneração dos vereadores? Na quase totalidade dos municípios brasileiros, as reuniões da Câmara só ocorrem uma vez por semana ou uma vez por mês, e sempre à noite, o que não impede o exercício profissional dos representantes. Se lembrarmos que o Brasil tem mais de cinco mil e quinhentos municípios, é só fazer as contas…”

Por fim, o autor destaca que “precisamos ter regras mais claras sobre a criação de novos estados. A repartição do atual território paraense resultou em unidades compatíveis com o padrão dimensional da maioria das unidades federativas, e recaiu sobre regiões com visível identidade regional, o que me levou a considerar Carajás e Tapajós viáveis do ponto de vista geográfico. Porém, o acerto desses projetos foi por acaso, e não me parece sensato contar sempre com a sorte. Vamos então discutir melhor a questão e definir parâmetros técnicos, como o padrão territorial proposto no livro Novos Estados e a Divisão Territorial do Brasil: uma visão geográfica.”

Saiba mais sobre o assunto com o livro Novos Estados e a Divisão Territorial do Brasil: uma visão geográfica. Clique aqui.


Assista alguns vídeos sobre o tema:



Obs.: Algumas informações foram baseadas em matérias da Folha de São Paulo.

 

Veja aqui a outra matéria falando sobre a divisão do Pará, cheia de comentários sobre o plebiscito.

Veja aqui a matéria “Divisão dos Estados Brasileiros: quem ganha, quem perde?”.

Veja aqui a entrevista com José Donizete Cazzolato, autor de Novos Estados e a Divisão Territorial do Brasil: uma visão geográfica.

 

E você, é a favor ou contra? Opine nos comentários!

18 Comentários

  1. Sou contra a divisão do Estado. Entendo o sofrimento de um povo esquecido. Mas não vai ser essa divisão que vai ajudar no desenvolvimento. Todos nós sabemos o quanto existe corrupção neste país e criar esses ou outros Estados só vai aumentar o número de políticos e consequentemente mais desvios de verbas, além de uma devastação mais intensa na Floresta. Creio que para esse povo existam soluções sim, o governo federal poderia criar projetos de desenvolvimento, sem precisar criar mais dois Estados. Afinal de que adianta criar mais dois Estados, se o que existe não está desenvolvido? É como se uma mãe tivesse um filho, não pudesse criá-lo e ainda quisesse ter mais dois. Iria apenas piorar a situação!

  2. sou contra. vamos botar os politicos pra trabalhar e ja pagamos muito caro por uma administração cara e ineficiente. isso é coisa de politicos falidos. o povo so tem a perder com esses parasitas de classe. de alguma forma, eles querem institucionalizar a malandragem no brasil.

  3. Sou A favor. Os meus conterrâneos dessas regiões podem esta sendo manipulados por uma elite que visa vantagens com a construção de uma nova unidade federativa. Mas, o estado do Pará há muito tempo virou as costas para tais regiões!
    Eu sou natural da capital, e assistir durante anos nossos políticos incompetentes em torna nosso estado prospero… Hoje em dia Belém é uma cidade linda, mas violenta e de custo de vida alto. E ainda sem muitas oportunidades para os jovens, dentre os quais muitos engrossam as estatísticas de crimes na cidade, no entanto a grande maioria de esforça no funil da educação publica, e quando possível em programas do governo (PROUNI), mas cá entre nos não dá para todo mundo ser doutor!
    Esse é o fracasso da Capital do Pará. Imaginem o que temos nessas regiões que reclamam independência?
    Em uma rápida, e leviana, observação sobre o futuro dos novos estados podemos ver facilmente autossuficiência, por exemplo:
    “O estado do Tapajós será a rota de escoamento da produção do centro-oeste e do polo industrial de Manaus, isso com a simples instalação de um porto em Santarém. Há ainda a perspectiva de politicas especificas para turismo e agricultura. Para quem ver na construção de um estado uma demanda investimentos, eu vejo geração de empregos.”
    Enfim, não podemos desconsiderar o direito constitucional desses brasileiros, por uma deformação democrática da nossa republica, ou seja, pela corrupção! Uma coisa e uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Um último comentário papa-chibé, tais regiões já estão deformadas por outras culturas, de maneira que a identidade paraense delas já diferente daquela vista no nordeste do estado do Pará, ou seja, o Tacacá do vizinho é mais doce!

  4. CHARLES OLIVEIRA, não é aumentando despesas que se faz investimento, mas sim investindo melhor a receita, produzindo mais com menos despezas, só precisamos de politicos sérios na região. o problema e de eleitores que continuam votando errado e criando castas politicas e empresarias insastifeitas com o que tem. Divisão não é a solução, solução e a reduçaõ da corrupção. Quando a diversidade cultural, isso é riqueza, se for dividir por isso, então vamos dividir o Brasil.

  5. TED,
    Concordamos em discordar!
    Quem não gostaria de uma segunda chance?! De uma nova safra de Políticos?! De Políticos honestos?! Desde sempre Jarbas, Jader, Almir, Jatene, Ana e tantos outros fazem de sinônimo: política e corrupção… Isso não parece que vai mudar! Claro que estou sendo otimista, mas antes de tudo estou me colocando no lugar do outro.
    A capital única e exclusivamente esta preocupada com a perda da colônia, sua fonte de anticorpos contra as infecções causadas por seus políticos; Seus argumentos são seu legado.
    Na pior das hipóteses é melhor o Brasil servi de incubadora para estes novos estados, do que continuarem sendo Apêndices nesse gigante adormecido. Quem sabe o Pará sem tais apêndices tenha consciência é deixe de se alimentar de tanta porcaria. E os novos estados não precisam de tanto cuidado nosso, seu que os irmãos mais velhos são protetores em excesso, mas nossos irmãos caçulas vão encontrar seus caminhos.
    Mas, Ted não se preocupe! A razão é sua, pois tu és a maioria e assim o Pará vai continuar:
    “Gigante pela própria natureza,
    belo, forte, impávido colosso,
    e o teu futuro (será que) espelha essa grandeza.
    Terra adorada,
    entre outras mil,
    és tu, ó pátria amada!
    Dos filhos deste solo és mãe gentil?,
    pátria amada!”

    Abraço a todos

  6. sou a favor e todos que tenham conciência que um estado tão grande e tão desigual, desumano, violento, sem saúde, sem educação e nem valorizam os os grandes e sofridos professores. por isso vamos melhorar vamos dar condições que as três partes se desemvolvam sem tanta desigualdade, vote sim belém minha belém querida!

  7. bom dia eu queria me espressar sobre a divisão do Pará .O que acontece é que as pessoas de Belem tinham que nos visitar aqui no sul do Pará antes de julgar essa divisão mais como não vão e nem tem como nos visitar porque as estradas aqui nessa epoca do ano~são intransitaveis eu afirmo uma coisa a vcs podem confiar no programa eleitoral porque é tudo verdade ,eu não tenho interesse nenhum a não ser em mais etrutura em mais governo em mais escolas em mais hospitais em mais segurança e etc ,a gente aqui do sul do estado sobrevivemos em um abandono a mais de mil anos . Da “dó” das pessoas mais pobres que aqui moram , se em belem tem pobresa aqui é muinto pior aqui nós moradores das cidades nos juntamos pra fazer tudo ,uma estrada , uma escola perto das fazendas ,levar funcionarios para o tocantins para ir ao medico ,calçar as ruas de nossas casas na cidade e etc eu garanto quem quer a mudança ( a divisão) não são os politicos somos nós o povo que aqui vive ao contrario de Belem os politicos aqui só esta nos ajudando a ter esse sonho realizado NÃO SÃO ELES QUE QUEREM É O POVO SOFRIDO E ABANDONADO QUE AQUI VIVE õ povo de Belem nem aqui conhece tenho certeza que conhece tocantins, rio de janeiro são paulo ,goias, mais nao conhece esse abandono do sul do Pará. VOTE sim .( não é o tamanho da empresa que faz a diferença é quem adiministra ela )

  8. Sou 100% a favor a divisão. Sou natural de Manaus, mas fui criado em Santarém. Acompanho desde pequeno o abandono, sofrimento e angústia desse povo. Santarém, que é maior cidade do interior, não tem médico, asfalto, saneamento básico, emprego, enfim, não tem quase nada…Se em Santarém é assim, imagine nas cidades menores. Aqui é um lugar esquecido, por todos os governantes, de todas as esferas, federal, estadual e municipal. No que depende do governo do estado, é só sofrimento, não tem ambulãncia e nem viatura de policia, quando eles mandam, são carros velhos que já não são usados em belém….
    É uam pena que o pessoal d ebelém não vive isso, creio que se eles vivessem seriam 10% favor.

  9. Acho que com a divisão do estado só quem tem a ganhar é população de uma forma direta e indireta vote sim.

  10. Qualquer que seja o resultado, acredito que estamos ganhando muito com este debate, e por isso acredito que valeu a pena este projeto de divisão do Estado, pena que ainda observamos muita omissão e acomodação por parte da massa. Com certeza se os animos não esfriarem após o dia 11/12/2011, a região terá muito a ganhar, pois a luta é de todos e deve continuar para cobrar mais atenção e melhores serviços públicos, dificultados mais pelo sistema burocrático e corrupto do que por falta de recursos, devemos nos organizar, unidos ou divididos, e continuar precionando, pois só assim será possivel uma melhor qualidade de vida e de oportunidades na região. Unidos SIM, divididos Não.

  11. sim sim sempre sim so o sim pode muda atrajetoria do nosso futuro que ate agora não huve futuro so falta de tudo falta de emprego falta de saude falta de medico so pra se ter uma ideia se eu estivese doente mesmo que eu tivesse o dinheiro não poderia pagar uma consulta pois aqui não existe consultorio particlar nesse fim de mundo resumindo sab qual o titulo da minha cidade -ft-sab o que isso significa falta tudo e mais um pouco

  12. sou a favor da divisão do estado, o estado hj com o governo q é e os q já passaram por aqui, sempre abandonaram o resto do estado levando-os assim o interesse da divisão, quem conhesse a região sabe o anandono q e, os politicos so visitam o estado todo 2 vezes à cada 4 anos, primeiro na campamha para governador e segundo para reeleição.

  13. Sou a favor. As divisões dos estados de Mato Grosso/Mato Grosso do Sul e Goiás/Tocantins deram certo e alavancaram o desenvolvimento regional.

  14. QUEM SOU EU?

    A- NAZISTA
    B- RACISTA
    C- POLÍTICO
    D- LOUCO
    E- INFANTIL
    F- NENHUMA DAS RESPOSTAS ANTERIORES.

    http://www.arquitetojuliodiniz.com

    4 de setembro de 2007

    Infantilismo político é dizer hay gobierno soy contra
    Miguel do Rosário, em seu blog “Óleo do Diabo” faz a gente pensar. Como ele, eu também dizia: hay gobierno, soy contra. Hoje, como ele, considero o dito infantilismo político. Os governos, por mais deficientes, reacionários e incompetentes que possam ser, representam uma possibilidade de defesa contra os interesses privados.

    As leis podem beneficiar, na maioria das vezes, apenas os ricos, mas a ausência de leis beneficia, necessariamente, sempre, os ricos. Temos, pois, que ter leis que nos protejam do Grupo Abril e da revista Veja.

    Como ele, “vejo as pessoas sempre criticando Lula, de forma blasé, à esquerda, com brutalidade, à direita”. O fato é que a intelectualidade brasileira ainda não aceita o significado da democracia. Não aceita o fato de que, se um governante ganha eleições e mantém sua popularidade, é porque alguma coisa ele está fazendo de bom.

    Caetano Veloso pode não gostar de Lula, mas Lula teve 88% dos votos da cidade de São Salvador.

    A direita é doente, fascista até os ossos, seria capaz de apoiar qualquer Hitler de aluguel para derrotar a esquerda e Lula.

    A esquerda continua martelando sua eterna ladainha de que Lula faz concessões demais à direita.

    Até concordo com essa última hipótese, mas pergunto: e aí?

    A grande crítica histórica à esquerda não tem sido justamente o seu comportamento dogmático, fechado, a sua falta de respeito ao contraditório?

    Fazer concessões não é um problema, desde que os objetivos concretos sejam mantidos. O desemprego caiu novamente para 1 dígito, 9.7%, nível baixo historicamente, um dos mais baixos em 30 anos.

    Isso não é importante? Mais de 30 milhões de pessoas que tinham dificuldade para adquirir alimentos agora estão recebendo ajuda para fazê-lo. JK fez isso? Pelo que eu sei, JK foi um bom presidente, mas manteve uma política fortemente inflacionária e não determinou nenhuma política efetiva contra a fome no país. Lula é melhor que JK.

    Por acaso, a esquerda está vendo a política para a agricultura familiar atual? Que espécie de esquerda é essa que não vê a importância disso? Não é importante comer? Que é importante então?

    Naturalmente, tem o fato de que 130 mil milionários detêm metade do PIB nacional. Lula poderia prender todos na cadeia, apropriar-se de seu dinheiro e investir a grana em estradas e ferrovias.

    Mas, eu me pergunto: a imprensa iria apoiar? A OAB iria apoiar? O Supremo Tribunal de Justiça iria apoiar? O Senado iria apoiar? O Congresso Nacional iria apoiar?

    Bem, eu e o Miguel do Rosário iríamos apoiar. Mas, e daí?

    É preciso força política para fazer isso. Força se acumula, sobretudo através da luta ideológica. A esquerda tem feito seu papel? Não acho. A esquerda tem se mantido um tanto discreta no combate ideológico. Os intelectuais “oficiais” não têm nos oferecido muito material novo para alimentar a militância. A novidade tem saído de atores novos, gente escrevendo na internet, comentando em blogs e sites.

    Quanto aos juros, estão no nível mais baixo em 50 anos. Ou não? Não é um bom sinal que tenham baixado tanto?

    Pergunta se eu cansei? Ah ah ah, claro que cansei disso. Mas não posso pagar publicidade na Globo. Não posso influenciar amiguinhos milionários e advogados da OAB. Não tenho dinheiro. Tenho apenas minha palavra. Tenho um voto, porém, que vale o mesmo que o voto de um imbecil da OAB. Vocês têm o seu voto. Que vença o melhor.

    Este texto é quase (99,9%) todo de Miguel do Rosário

  15. Sou a favor que o estado de São Paulo decrete independência, e se transforme em um pais, livre dos sangue-sugas.

  16. não

    e

    não

  17. Sou a favor da divisão do Pará, pena que o NÃO vai ganhar! Isso infeslimente é fato.

  18. PARABENS AO POVO DO PARÁ:
    PALAVRAS DO GOV. SIMÃO JATENE:
    NÃO SOBRARÃO MÁGOAS AOS DERROTADOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    ‘Temos enormes dificuldades, mas não tenho dúvida que o único caminho é nos unirmos para superar os inúmeros desafios. Não dá para aceitar que neste país, os recursos naturais beneficiem as empresas e não se tornem em benefícios para seu povo. O sistema fiscal brasileiro é extremamente perverso com o Estado do Pará’, criticou.
    JÁ NÃO É HORA DO POVO BRASILEIRO SE UNIR PARA COBRAR DA PRESIDENTA DILMA,
    A PROMETIDA REFORMA TRIBUTÁRIA, NO GOVERNO LULA?
    POR QUANTO TEMPO MAIS ESTA PERVERSÃO CONTINUARÁ SOB O MANTO DO
    ASSISTENCIALISMO DO ESTADO? REFORMA TRIBUTÁRIA JÁ, DIGNIDADE E JUSTIÇA É
    O QUE ESPERA O POVO BRASILEIRO DE TODA UNIDADE FEDERATIVA.
    AXEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
    AO POVO DO PARÁ, UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO.
    ABRAÇOS.

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