Sensoriamento Remoto na Educação

As imagens geradas por satélites permitem enxergar e descobrir o planeta Terra de uma posição privilegiada, principalmente para o monitoramento e estudo do meio ambiente. Há milhares de outras possibilidades de estudos, e essa ferramenta pode ser uma grande aliada no complemento à educação.

O Sensoriamento Remoto se popularizou bastante no Brasil com o surgimento do Google Maps e Google Earth, e atualmente é muito usada para a própria localização (situar-se em um local, descobrir rotas e condições de trânsito nas vias, por exemplo), GPS, rastreamento de aparelho celular, entre outros, bastando apenas uma conexão de internet.

Hoje são disponibilizadas de graça diversas ferramentas, além de muitos dados, mas, apesar dessa possibilidade que a internet proporciona, o uso do Sensoriamento Remoto nas escolas é pouco difundido (e até conhecido). O educador pode se apropriar da ferramenta para tornar sua aula mais dinâmica e interessante, e, claro, mais atual. Pode gerar seu material didático complementar, separando, por exemplo, os dados do seu espaço local para estudo dos conceitos geográficos, da interação homem/meio ambiente, do movimento (dinâmica), entre outros.

Com as imagens geradas por satélite se tem uma visão do conjunto e também multitemporal, ou seja, é possível comparar imagens de diferentes datas. É possível ainda, obter informações multidisciplinares que podem ser fundamentais para trabalhos e análises mais completas. Uma dica bacana é que caso faltem imagens antigas, você pode recorrer aos cartões postais da época em questão (que geralmente são fotografias tiradas de um terreno) e/ou aos primeiros desenhos de mapas da região.

Confira abaixo ideias para utilizar em sala de aula:

 

Baixe aqui materiais complementares. http://www.ofitexto.com.br/p/iniciacao-em-sensoriamento-remoto-3-edicao.html

 

Vale a leitura:

Conheça a obra Iniciação em Sensoriamento Remoto (3ª edição), de Teresa Gallotti Florenzano.

O livro visa difundir o uso das imagens de satélite, cujas aplicações crescem a cada dia. Com linguagem simples, explica como as imagens são adquiridas, processadas e interpretadas; descreve os principais tipos de sensores e satélites existentes, e destaca o programa espacial brasileiro.

http://www.ofitexto.com.br/p/iniciacao-em-sensoriamento-remoto-3-edicao.html

Dica:

Se interessou pelo assunto? O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) realiza todo ano um curso que apresenta as novas possibilidades do uso de dados, técnicas e softwares de processamento, mostrando como utilizar a tecnologia em diferentes áreas de aplicação. Acompanhe o site do Inpe para saber quando será a próxima turma do curso.

Deixe sua opinião!

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *