Universo Luminoso

Desde o apagão, em 2001, a busca por fontes mais econômicas de luz começou, surgindo alternativas como halógenas, fluorescentes e LED, que rapidamente foram inseridas nas residências, escritórios e áreas externas por todo o Brasil. Em um primeiro momento, a busca por diferentes formas de iluminação tinha o propósito de diminuir a cota de energia elétrica utilizada no fim do mês, além de evitar desperdícios, mas em breve – 2016 – isso se tornará lei, uma vez que a partir desse ano a comercialização e fabricação das lâmpadas incandescentes comuns, que não atingirem o mínimo de eficiência exigida pelo governo, serão proibidas no país.

A real intenção é de que a utilização das lâmpadas amarelas seja reduzida a zero, ao menos no uso doméstico, onde ainda é maioria – o baixo custo e boa luminosidade desse tipo de lâmpada ainda pesam na decisão de compra; no entanto, sua durabilidade é baixa e a energia gasta é elevada, portanto, paga-se mais na conta de luz e exige que o planeta produza mais energia para suprir a exacerbada demanda.

Além de adotar versões econômicas, a ideia é fazer com que o consumidor esteja capacitado para reconhecer suas características e o que mais se adéqua ao ambiente que será iluminado e a sua necessidade.

Fonte: Revista Planeta Sustentável

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