VANTs podem mudar o Sensoriamento Remoto

Os VANTs, Veículos Aéreos Não Tripulados, podem trazer uma nova fase para os profissionais e empresas de sensoriamento remoto. Apesar do primeiro VANT a ser desenvolvido no Brasil ter surgido em 2005, especialistas estão estudando as vantagens e desvantagens do uso do aparelho neste campo de atuação.

Com estes equipamentos, a geração de mapas torna-se mais rápida e econômica, além de fornecer imagens com maior qualidade. Em relação a aerofotogrametria, por exemplo, os VANTs geram produtos muito próximos dos obtidos com o uso dos métodos clássicos de levantamentos. Outra diferença é em relação ao custo operacional e humano, pois operar um avião não tripulado custa menos, além de não expor a tripulação a riscos.

Além do mapeamento em si, os VANTs podem ser úteis para resposta a desastres naturais, sendo empregados na detecção de manchas de óleo no oceano, rastreamento e identificação das praias em risco, monitoramento de deslizamento, estudo de florestas e outras regiões de interesse ecológico, levantamento de ocupação urbana e prospecção topográfica e muitas outras.

Apesar da possibilidade de uso ser ampla, os especialistas ainda esbarram em algumas dificuldades para implementar este equipamento no Brasil, entre elas, a falta de regulamentação clara no Brasil em relação ao uso destes equipamentos, coibindo vôos sobre áreas densamente habitadas.

Veja aqui um VANT em ação:

 

Fonte: Mundo Geo

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